Tema
Substituições e saídas
Substituições
Uma substituição cobre a ausência de alguém — férias, uma licença, uma formação — por um período definido. Não muda quem responde pelos processos. Se o que se precisa é mudar o responsável de um caso, isso é uma transferência de caso, não uma substituição.
O formulário pede quem se ausenta, quem cobre, o período — com data de fim obrigatória — e, opcionalmente, o motivo. Uma substituição sem data de fim seria uma transferência mal feita disfarçada: ao fim de um ano, ninguém se lembraria do porquê.
Desligamento
Quando alguém sai do escritório, o desligamento faz tudo de uma vez: retira os acessos e passa o trabalho pendente para outra pessoa.
O sucessor é obrigatório, pedido no mesmo passo do desligamento. Um escritório com casos, tarefas ou prazos sem ninguém a responder por eles não tem como responder perante a Ordem — e por isso o sistema não permite desligar sem escolher quem fica com o trabalho.
O que a pessoa escreveu antes de sair mantém o nome dela como autora. Reescrever essa autoria seria falsificar o histórico.
Desligar alguém pede confirmação em dois passos: a segunda etapa mostra o nome de quem sai e o nome de quem fica com o trabalho, por extenso. É a operação mais destrutiva do sistema — um único clique num seletor seria pouco.
No fim, o relatório mostra o que passou para o sucessor: quantos casos, tarefas e prazos, quantas partilhas foram revogadas, de quantas equipas a pessoa saiu, e que papéis lhe foram retirados.