Tema
Primeiros passos
Um escritório novo começa vazio: nenhum tipo de caso, nenhum tribunal, nenhum contacto. A ordem abaixo não é uma sugestão — é a ordem em que o sistema deixa avançar. Saltar um passo bloqueia o seguinte.
1. Configuração do escritório
Antes de qualquer coisa, alguém com permissão de administração preenche os cadastros de que tudo o resto depende, em Configuração do escritório:
- delegações — os escritórios físicos, se houver mais do que um;
- áreas de prática — o que o escritório faz, e que aparece no site público;
- tribunais — onde os processos correm;
- tipos de caso — contencioso cível, laboral, consultoria, e por aí fora.
O tipo de caso é o mais importante dos quatro: sem um tipo de caso cadastrado, não é possível abrir nenhum caso. O seletor de tipo de caso, no ecrã de abertura, fica vazio até isto estar preenchido.
2. Um contacto
Um contacto é a pessoa ou a empresa — o nome, a morada, o NIF, os dados de identificação. Cria-se em Contactos, ou diretamente ao criar um cliente.
3. Um cliente
Um cliente é a relação entre esse contacto e o escritório: o número de cliente, o sócio responsável, o email de faturação. Sem um cliente não é possível escolher a quem pertence um caso.
4. Um caso
Com um tipo de caso cadastrado e um cliente criado, abre-se um caso. É aqui que entram o valor da causa (se for contencioso), a forma do processo, o pedido e os factos, e é aqui que se corre a verificação de conflitos.
5. A agenda
Sem caso não há prazo, nem audiência. Um prazo e uma audiência pertencem sempre a um caso — só uma tarefa e uma diligência podem existir sem um. Depois de o caso estar aberto, os prazos e as audiências que lhe pertencem entram na agenda.
Em resumo
Configuração → Contacto → Cliente → Caso → Agenda.
Cada seta é uma dependência real, não uma preferência de fluxo. Um advogado que tenta abrir um caso antes de o tipo de caso existir vê o seletor vazio; um advogado que tenta marcar um prazo antes de o caso existir não tem onde o prender.